Mostrando postagens com marcador FIFA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FIFA. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Fifa analisa ingresso de 25 dólares para estudante e idoso na Copa

Brasília (Agência Câmara de Notícias) - 8 de novembro de 2011 - O secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jérôme Valcke, disse nesta terça-feira que a entidade estuda uma categoria especial de ingressos com preço reduzido para os jogos da Copa do Mundo de 2014. Nessa categoria seriam incluídos os estudantes, idosos e pessoas de baixa renda. Esse preço seria de aproximadamente R$ 43 (o equivamente a 25 dólares). Esse preço não valeria apenas para a abertura e para o encerramento.
Essa posição da Fifa atende a reivindicações de parlamentares e do governo brasileiro. Quanto à proibição de venda de bebidas alcoólicas nos estádios, também reivindicada por deputados, Valcke não concordou. Ele defendeu a venda de cerveja em condições controladas, argumentando que isso ocorreu nas copas anteriores e não gerou guerras de torcidas nos estádios, nem mesmo em jogos de adversários históricos, como Brasil x Argentina e Holanda x Alemanha, por exemplo.Valcke e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol participaram de audiência pública da comissão especial responsável pela análise do projeto da Lei Geral da Copa.
Ingresso mais barato - Segundo Valcke, a possibilidade de haver um ingresso “popular” foi discutida em conversa que teve com a presidente Dilma Rousseff, para discussão do projeto da Lei Geral da Copa do Mundo de 2014 (PL 2330/11, do Executivo). Na ocasião, ele disse ter concordado com uma reivindicação da presidente, que era a meia-entrada para maiores de 60 anos, em respeito ao Estatuto do Idoso.
Valcke afirmou que a Fifa não quer mexer em leis nacionais. Ele admitiu que a entidade “não gosta” da ideia de meia-entrada para estudantes, mas disse que esse é um problema técnico e não financeiro. Por isso, ele sugeriu a criação da categoria especial (chamada categoria 4), já que os estudantes não se enquadram nos critérios atuais da Fifa.
O secretário-geral advertiu, entretanto, que será preciso encontrar uma forma de esses ingressos com preços mais baixos não serem comprados por cambistas nem por pessoas que possam pagar o preço normal.
Cerveja - Valcke afirmou até na Rússia e no Catar, países em que a venda de bebida alcoólica é rigorosamente proibida em estádios, houve uma exceção para a Fifa. “Foi considerado que a Copa é um evento particular e que excepcionalemnte o álcool seria comercializado nos estádios”, afirmou.
“Não vou assumir compromisso de que não será vendido álcool nos estádios, mas esse pedido será levado em consideração. Sei que essa resposta não é satisfatória, mas é a que posso dar hoje”, afirmou.
“Temos esse acordo com nossa parceira Budweiser, de venda de álcool controlada nos estádios. A venda controlada significa, por exemplo, que a cerveja é vendida em copos de plástico e não em garrafas ou latas, que podem ser utilizadas como armas”, disse ele.
Ambulantes - Valcke disse que a Fifa não vai interferir no comércio de ambulantes nas proximidades dos estádios. Ele explicou que haverá um perímetro de segurança de aproximadamente um quilômetro em tornoNegrito dos estádios, no qual as marcas dos patrocinadores da Copa serão protegidas. Entretanto, segundo ele, essa regra se aplica a empresas e não a vendedores ambulantes.
Contra o tempo - Ricardo Teixeira pediu “entendimento e cooperação” dos deputados para a aprovação rápida do projeto. “A democracia é saudável, mas o tempo não está mais ao nosso lado. O Brasil fez compromisso com a Fifa e agora tem o dever de fazer uma Copa inesquecível”, afirmou ele.

Reportagem – Verônica Lima /Rádio Câmara

Edição - Wilson Silveira

(Agência Câmara de Notícias)

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Comissão da Lei Geral da Copa ouve entidades de defesa do consumidor

Brasília (Da Agência Câmara de Notícias) - A comissão especial responsável pela análise do projeto da Lei Geral da Copa do Mundo de 2014 realiza audiência pública nesta terça-feira (1º) com representantes de entidades de defesa do consumidor, de propriedade industrial e de empresas de artigos esportivos. O debate foi proposto pelo deputado Vicente Candido (PT-SP), relator da comissão.A comissão analisa o Projeto de Lei 2330/11, do Executivo. A proposta facilita a entrada de estrangeiros no País no período das competições, em 2014, estabelece normas de proteção às marcas associadas ao evento, fixa as regras sobre transmissão e retransmissão de jogos e estipula as condutas proibidas nos estádios, entre outros pontos.
Conforme a proposta, a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios que sediarão os jogos poderão declarar feriado nos dias de jogos em seu território.
O projeto faz parte das garantias dadas pelo governo brasileiro à Fifa para a realização da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo, em 2014.
Polêmica - O projeto provocou polêmica por desagradar à Federação Internacional de Futebol (Fifa) em diversos aspectos, que vêm sendo negociados com o Ministério do Esporte. Um dos pontos em discussão é a meia-entrada para estudantes e idosos. A Fifa se opõe à medida, em razão da queda de arrecadação. Representantes do órgão internacional de futebol já admitem o desconto para idosos, mas não concordam com o benefício para estudantes.
Convidados - Foram convidados para o debate desta terça-feira:- o diretor-presidente da Associação Brasileira de Artigos Esportivos, Guilherme Athia; - o advogado representante do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Guilherme Rosa Varella; - a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva; - a coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor; Maria Inês Dolci; - o representante do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, Hélio Meirelles.
A audiência está marcada para as 9 horas no Plenário 6.






Da Redação/PCS - Agência Câmara de Notícias

domingo, 23 de outubro de 2011

Copa 2014, Olimpíadas 2016 e a crise da água no Brasil

Rio Piracicaba seco em agosto de 2011:

signo da luta pela água limpa e para todos


A Rio+20 em 2012, a Copa 2014 e as Olimpíadas em 2016 são momentos estratégicos para uma grande reflexão sobre o status e o futuro da água em território brasileiro. O Brasil tem 12,5% da água doce do mundo, sendo portanto privilegiado em recursos hídricos. Entretanto, em função do processo de desenvolvimento do país, que concentrou a maior parte da população no Sul-Sudeste, há uma má distribuição da água para os brasileiros. Cerca de 80% da água doce estão na Amazônia, onde vivem 10% da população, enquanto em São Paulo, que tem 20% da população, existem menos de 3% dos recursos hídricos. Resultado, a Grande São Paulo e a Região Metropolitana de Campinas enfrentam problemas sérios com qualidade e quantidade da água. Essas duas regiões têm alguns dos rios mais poluídos do país, como o Tietê e o Pinheiros na Grande São Paulo e o Piracicaba, Atibaia e Quilombo, na altura da RMC. Além disso, em todo país há um enorme déficit no saneamento básico, com menos de 50% dos esgotos urbanos tratados. Em muitas capitais existe déficit até na coleta de esgoto.


Os grandes eventos dos próximos anos podem contribuir para a urgente transformação do panorama do saneamento e da água no Brasil. Em primeiro lugar, é imperativo que nas 12 cidades-sede haja um grande avanço na coleta e tratamento dos esgotos urbanos. Faz sentido que São Paulo, cidade mais populosa e rica do país, abra a Copa de 2014 ainda sem completo tratamento de esgoto urbano? O mesmo, claro, em relação às outras cidades-sede e subsedes.


Os eventos também podem ser indutores de boas práticas no manejo da água e saneamento, servindo de exemplo e espelho para a população. Os estádios e outros locais das competições devem possuir sistemas de economia e reuso de água, do mesmo modo que oferecer infraestrutura para a coleta seletiva, visando a reciclagem dos resíduos.


Cuidados especiais devem ser mantidos com o manejo de água das piscinas, evitando-se o desperdício, as más condições sanitárias e o uso indevido de produtos químicos. Cuidados especiais igualmente com sistemas de irrigação de campos de grama, utilizados em modalidades como futebol, tênis e outras. Construção de sistemas para captação de água da chuva para usos eventuais em instalações esportivas podem ser bons exemplos.


A FIFA e o Comitê Olimpico Internacional (COI) têm incluído a preocupação com a água e o saneamento no exame de candidaturas às Copas do Mundo e Jogos Olimpícos. Por causa de sua candidatura às Olimpíadas de 2016, Chicago formulou um programa batizado de Water Market, para compensar financeiramente o uso sustentável da água. Perdeu a candidatura para o Rio de Janeiro, mas o programa permanecerá. Os grandes eventos esportivos que o Brasil sediará podem ser fundamentais para uma maior conscientização e ações a respeito da água e saneamento no país, por sua vez contribuindo para a construção de uma Agenda 21 do Esporte. (José Pedro Martins, com informações do meu livro, "Jogo Verde, Jogo Limpo - 100 propostas para uma Agenda 21 Brasil do Esporte pela Sustentabilidade, o Turismo Sustentável, a Paz e a Diversidade Cultural, Editora Komedi, 2011).


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Deputado Delegado Protógenes defende cadastramento de torcedores e qualificação de serviços em função da Copa de 2014



O cadastramento dos torcedores dos times de futebol é um grande passo para equacionar o drama da violência nos estádios brasileiros. A tese é do deputado Delegado Protógenes Queiroz (PC do B-SP), membro da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados e que participa do acompanhamento dos preparativos para a Copa de 2014.
“Cadastrar os torcedores seria uma medida importante. Em pouco tempo teríamos o cadastro dos torcedores por equipe e por estado, ajudando muito no esforço de prevenção de conflitos”, diz o deputado. Delegado da Polícia Federal por 12 anos, ele tem experiência acumulada em questões ligadas à FIFA.

O deputado é membro da Comissão de Segurança nos Estádios da FIFA. O parlamentar defende a qualificação dos serviços no Brasil, em função da Copa de 2014. No primeiro semestre apresentou o PL 21/2011, que equipara os crimes de corrupção a homicídio, o que levaria os culpados a receber penas de 12 a 30 anos de prisão. O projeto tramita em regime de prioridade na Câmara, onde o deputado Protógenes é vice-presidente da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção. (Ler mais na coluna ENTREVISTAS)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Livro sobre Agenda 21 Brasil do Esporte pela Sustentabilidade lançado em Seminário no Mato Grosso



Senador Benedito de Lira, jornalista José Pedro Martins, deputado Jonas Donizette e Cláudio Langone (Ministério do Esporte), no Seminário no Mato Grosso



Em razão da Rio+20, em 2012, a Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016 o Brasil tem uma oportunidade histórica para liderar um movimento global pelo desenvolvimento sustentável e firmar o esporte como plataforma para promover a sustentabilidade, o desenvolvimento regional, o turismo sustentável, a diversidade cultural e a paz. Esta é a tese central do livro “Jogo Verde, Jogo Limpo – 100 propostas para uma Agenda 21 Brasil do Esporte pela Sustentabilidade, o Turismo Sustentável, a Paz e a Diversidade Cultural” (Komedi, 2011), do jornalista José Pedro Martins. O livro foi lançado no Seminário Políticas Ambientais para a Sustentabilidade na Copa do Mundo, realizado de 11 a 14 de agosto no Centro de Eventos Onça Pintada, do Hotel SESC Porto Cercado, no Mato Grosso.
“Esporte e sustentabilidade. Uma parceria de enorme futuro. Uma oportunidade histórica para mobilizar pessoas e organizações em torno dos princípios do desenvolvimento sustentável, a partir do crescente poder de sedução que o esporte exerce sobre cidadãos de todos os países”, escreve o autor, que descreve no primeiro capítulo a história recente da ligação entre esporte e sustentabilidade, deflagrada praticamente após a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Ecco-92, realizada no Rio de Janeiro, em junho de 1992. Foi a Conferência que consagrou a expressão desenvolvimento sustentável e quando foram aprovados documentos importantes, como a Convenção das Mudanças Climáticas, Convenção da Diversidade Biológica e Agenda 21 global.




Capa do livro "Jogo Verde, Jogo Limpo", que tem 100 propostas para uma Agenda 21 do Esporte pela Sustentabilidade no Brasil

Logo após a Eco-92, o Comitê Olímpico Internacional (COI) incluiu o meio ambiente como terceiro pilar do movimento olímpico, ao lado do esporte e cultura. Depois o COI firmou parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que resultou em uma Agenda 21 do Esporte Olímpico. Uma Agenda 21 do Esporte também foi produzida na França.
Desde as Olimpíadas de 2000, na Austrália, princípios de sustentabilidade vêm sendo observados nos Jogos Olímpicos. As Olimpíadas seguintes, de Verão e Inverno, incorporaram medidas crescentes em sustentabilidade.
Agora são grandes as expectativas para a consolidação da parceria entre esporte e sustentabilidade, em função dos três megaeventos no Brasil: Rio+20, Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016. País com 12,5% da água doce e a maior biodiversidade do planeta, o Brasil pode dar um salto enorme nessa parceria, defende o jornalista José Pedro Martins.
O livro “Jogo Verde, Jogo Limpo” inclui, então, 100 propostas para a construção coletiva no Brasil de uma Agenda 21 do Esporte pela Sustentabilidade, o Turismo Sustentável, a Paz e a Diversidade Cultural. São propostas relacionadas aos 40 capítulos da Agenda 21 global, aprovada na Eco-92, abrangendo a possível contribuição do esporte nas áreas ambiental, social, econômica e cultural.
“Em um tempo de crise de utopias e de identidades, o esporte tem uma aura positiva de enorme potencial para ajudar a construir consensos em torno das exigências de novo modelo civilizatório”, propõe o autor, concluindo: “A Terra é uma bola. Um jogo verde e limpo vai continuar fazendo dela a nossa casa comum, tão bela e generosa”.
José Pedro Martins é jornalista e escritor, autor de vários livros sobre questões em sustentabilidade, história e cultura, como “Agenda 21 Local para uma Ecocivilização” (2005, Komedi), “Terra Cantata – Uma história da sustentabilidade” (2007, Komedi), “Capoeira, um patrimônio cultural” (2011, Komedi). Recebeu o Prêmio International Media Awards (1992 e 1995, da União Católica Internacional de Imprensa, Genebra), Prêmio Amizade Norte-Sul (Fundação Heinrich Jansen-Cron Werk, Berlim, 1992), e Prêmio Ethos de Jornalismo (Instituto Ethos, 2003), e finalista do Prêmio Esso em 1997 e Prêmio Ethos em 2008.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Campanha da FIFA pela educação mobiliza milhões

Pelé, Zico, Zidane, Cristiano Ronaldo, Rivelino, Eusébio, Bobby Charlton. Um timaço histórico global foi convocado para a campanha da FIFA batizada de 1GOAL, que mobilizou milhões de pessoas pela educação, em função da Copa de 2010 na África do Sul. O propósito era sensibilizar a comunidade planetária para a realidade de 72 milhões de crianças que ainda não têm acesso à escola. Campanha em afinidade com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), que prevê escola para todos até 2015. Como os desafios permanecem, a FIFA continua mobilizada em favor da educação, agora no momento de preparativos para a Copa de 2014 no Brasil.

O lançamento oficial da campanha 1GOAL aconteceu no dia 6 de Outubro de 2009 em cerimônia transmitida via satélite e conduzida pelo anfitrião da Copa de 2010, o Presidente da África do Sul Jacob Zuma, e com a participação da Rainha Rânia da Jordânia, o Presidente do Gana John Atta Mills, o Primeiro Ministro Britânico Gordon Brown, o Presidente espanhol Jose Luis Rodriguez Zapatero, Primeiro-Ministro dos Países Baixos Jan Peter Balkenende, o Primeiro-Ministro da Australia Kevin Rudd, a Secretária de Estado Norte-Americana Hillary Clinton, o Secretário Geral da ONU Ban Ki-Moon e Sepp Blatter, Presidente da FIFA, entre outros.

A campanha de fato mobilizou milhões até o mundial da FIFA em território africano, mas os esforços pela educação continuam, tendo em vista os ODMs até 2015. Várias empresas também aderiram à campanha,
Milhares de histórias relacionadas à campanha 1GOAL foram transmitidas aos participantes da Cúpula dos ODMs, que aconteceu em setembro de 2010 na ONU, em Nova York. Destaque para a participação da embaixadora mais jovem da 1GOAL, a estudante de 12 anos do Soweto, o legendário bairro sul-africano, Nthabiseng Tshabalala, que falou em vários momentos da cúpula dos ODMs. Nthabiseng e a Rainha Rânia entregaram ao Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, 18 milhões de assinaturas de apoio à 1GOAL, coletadas em todo mundo. A cúpula constatou que muitos avanços foram conquistados. Desde 2000, 40 milhões de crianças em todo mundo tiveram acesso à escola. Entretanto, dezenas de milhões ainda estão fora. O futebol e o esporte em geral continuam sendo desafiados para colocar seus times a favor da educação para todos.

sábado, 6 de agosto de 2011

Esporte e sustentabilidade, uma história em construção e parceria de grande futuro



Esporte e sustentabilidade. Uma parceria com história em construção e que ainda pode prestar enormes serviços para o planeta. Em 1936 Jesse Owens demoliu na prática a ideologia da superioridade racial dos nazistas, com suas vitórias nas Olimpíadas de Berlim. Pelé "parou uma guerra" em 1969. As mães da Praça de Maio, na Argentina, difundiram a sua luta durante a Copa de 1978. Os exemplos de como o esporte tem contribuído para a disseminação dos ideais de paz, de justiça social e tolerância se multiplicam. A atual campanha da FIFA, contra o racismo, é destaque em todo mundo.

A aproximação entre esporte e sustentabilidade é mais recente. O Comitê Olímpico Internacional (COI) foi muito sensível e logo após a Eco-92, no Rio de Janeiro, inscreveu o meio ambiente como terceiro pilar do movimento olímpico, ao lado da cultura e esporte. Uma Agenda 21 do Movimento Olímpico foi lançada em 1999. As Olimpíadas, desde Sidney, em 2000, têm cada vez mais incorporado princípios da sustentabilidade. Os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, darão um salto nesse sentido. Espera-se que a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ambas no Brasil, país megadiverso e com maior volume de água doce do planeta, sejam momentos especiais para consolidar o "time" formado por esporte e sustentabilidade. Pelo bem da vida. (Ver mais na coluna ESPORTE E SUSTENTABILIDADE: UMA HISTÓRIA)